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qui. nov 21st, 2019

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Helgi, muito além da música

6 min read
Conheça um pouco da história de Helgi.

Se você é de Juiz de Fora, já deve ter ouvido sua música em alguma frequência fm por aí. Compositor de mão cheia, mostra que está só começando e que ainda tem muitas surpresas aguardando este talento nato da música local.

Hoje, seguindo carreira solo, Helgi conta com o apoio de seus fãs que seguem a cada passo do artista e que toda quinta já a alguns meses de 2019 vêm fazendo lives no Instagram e dando um show de musicalidade e simpatia.

“Muito mais que mostrar o meu trabalho, gosto e quero a cada dia mais estar próximo da galera que me segue”.

Seu currículo é vasto, e fica até difícil de detalhar, mas como ele mesmo disse durante nosso bate papo. Helgi é um cantor que não tem um seguimento específico e por isso se permite crescer e ter diversas experiências.

Talvez essa seja uma de suas fontes de inspiração na hora de compor suas obras de arte.

Com quase 20 anos de experiência, pensa em se auto produzir e relata que a internet sendo bem direcionada é a vitrine do músico moderno.

Porém ressalta, que o mercado não funciona como antigamente, afinal vivemos a era do streaming e por mais que existam os nichos específicos da música. O profissional que se propõe a trabalhar com este mercado  não pode deve ter distinção quanto aos gêneros musicais.

O início de tudo

Aos 12 já tocava em sua primeira banda. E como todo artista em início de carreira, sonhava desde cedo com o estrelato.

Sucesso esse que já estava garantido, e esperando pelo Helgi sem ele ao menos saber.

Prova disso, é que desde seus 3 para 4 aninhos já gostava de cantarolar. Também pudera, com familiares tendo o hábito de cantar. Seu dom já estava escrito e não teria como fugir.

“Desde moleque nunca fui de esperar as coisas acontecerem. Sempre fui de dar minha cara a tapa e lutar por aquilo que eu queria”.

Outro talento, pouco divulgado na mídia local e revelado durante a entrevista é o de desenhar. Helgi comenta que sempre foi de se expressar independente da forma que fosse.

Essa é claramente sua essência artística.

Aos 15 sua história na música começa a ser escrita, tudo isso por causa de um amigo que até hoje tem contato.

Foi nesse período que começou a aprender os primeiros acordes no seu violão.

Mas como todo início é complicado, não demorou muito para surgir as primeiras reclamações por parte de seu irmão que andava um pouco incomodado com o violão que ainda precisava de só mais um pouquinho de técnica.

“Eu sou muito focado, mesmo com dificuldade eu insisti até aprender de vez a tocar o violão. Foi difícil a princípio, mas hoje curto muito para compor e tocar’.

Entre as dificuldades encontradas durante a fase inicial de sua carreira está uma que muitos que assim como ele vivenciaram durante meados de 1990 e início dos anos 2000. A internet discada.

É rapaz, tempos difíceis onde baixar uma música poderia levar uma eternidade.

Helgi relata que era difícil, mas isso não impedia ele e nem sua galera de curtir aquele som maneiro. Até porque era uma saída para continuar ouvindo música num tempo onde comprar CD era coisa de magnata.

Um fato curioso dessa fase de adolescência é que na época em que Helgi estava na escola existia só um aluno que tinha o famigerado mp3.

“Em uma escola de 800 alunos, só esse conhecido nosso tinha um aparelho desses.”

Voltando para a carreira de Helgi, se ele hoje é eclético podemos sopor que parte disso se deve as experiências de sua época de adolescente.

Para se ter uma ideia, neste período ele chegou a tocar em uma banda de baile onde rolava quase todos os gêneros musicais. Entre eles o samba. Isso tudo aos 17 anos.

De lá para cá, chegou a fazer parte de vários projetos musicais, entre eles a Mallibu onde teve grande visibilidade.

Nessa época, entre suas muitas conquistas estão as participações em grandes festivais como o ‘festival sol-te’.

Além de ter feito parte de clipes com superprodução, e ter conquistado hits em rádios de renome como a Rádio Cidade em Juiz de Fora.

Entre os sucessos podemos citar ‘Cheia de cor’, uma balada pop romântica pra lá de gostosa de ouvir. E o cover de ‘Amado’ da cantora e compositora Vanessa da Mata.

O que inspira?

Helgi não é o tipo de pessoa que gosta de seguir métricas e processos para compor. Para ele, a criação deve acontecer de forma natural.

“São os fatos cotidianos que me inspiraram, não existe uma forma que eu utilize para criar cações”.

Um fato bem interessante, é que enquanto a grande maioria dos músicos tanto da produção local quanto do maestrin optam cada dia mais pela composição em dispositivos eletrônicos. Helgi gosta bastante do bom e clássico caderno e caneta.

Dobradinha essa, que fez parte do passado das produções culturais durate décadas.

Além disso, ele afirma que parte de sua inspiração vem também das músicas que ouve.

“Não sou muito de ler para compor. Gosto mais de ouvir e prestar a atenção nas letras, arranjos e melodias das músicas”.

Digital ou Analógico?

Se existe uma pergunta que curto fazer é justamente essa. Até porque, quem conhece pessoalmente este jornalista que vos fala sabe que eu sou apaixonado por mídia física e claro que perguntei ao Helgi a respeito.

Para minha surpresa, ele disse de cara que ama o tal do vinil. Sim ele mesmo, o clássico, barrocão da indústria da música.

Mas fato é, que ele tem razão quando diz que os formatos existem aos montes e todos são importantes.  Afinal, na correria do dia a dia é impossível parar e escutar música em mídia física.

Além do fato do consumo de música digital ter se tornado algo cultural pelas atuais gerações de jovens e adolescentes.

O futuro

Quem acha que o futuro fica apenas para o destino, essa história não se aplica para Helgi. O cara é dedicado e está de vento em polpa.

Indagamos para finalizar a entrevista, sobre seus planos para o futuro. Ele foi categórico em dizer que seu futuro é no streaming, é no digital. Mas que não deixa de lado o velho sonho de ter um disco.

Porém, um dos problemas é justamente os altos custos que giram em torno da produção desse tipo de obra artística.

Por conta disso trabalha voltado para algo menor sem perder o brilho e majestade de seu som.

Quanto ao repertório é segredo de estado. Então, ela deu uma dica.

“Assista minha live toda quinta, que logo, logo conversaremos mais sobre isso” (risos)

Por conta disso, cabe a nós e aos fãs de seu trabalho acompanha-lo pelas ondas digitais e torcer por mais e mais novidades.

Vida longa ao Helgi!!

Para seguir e curtir

 Se você ainda não segue então passa a seguir. Afinal, ajudar a música local é sempre bom.

Então é só clicar no link logo abaixo e conhecer mais sobre o trabalho dessa fera lá no insta.

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